Teor de proteínas nos alimentos — Novos fatores de conversão permitem uma avaliação mais precisa
O Instituto Max Rubner publica uma nova base de dados para a conversão de azoto em proteínas
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O Instituto Max Rubner, em colaboração com outras instituições de investigação, desenvolveu uma nova base de dados para o cálculo do teor de proteínas nos alimentos. Nesta base de dados estão registados os fatores de conversão que permitem calcular o teor de proteínas de um alimento a partir do seu teor de azoto. Os novos fatores de conversão de azoto em proteína (NCF) situam-se num intervalo entre 5,0 e 5,9, sendo, em alguns casos, significativamente inferiores ao fator de 6,25 utilizado até agora. Daí resultam teores de proteína cerca de 5 a 20 por cento inferiores, dependendo do grupo de alimentos.
Tradicionalmente, o teor de proteína nos alimentos não é medido diretamente, mas sim calculado a partir do seu teor de azoto. Para tal, utilizava-se geralmente um NCF fixo de 6,25. Este fator remonta a pressupostos históricos sobre o teor de azoto das proteínas em substâncias de origem animal e foi introduzido há cerca de 200 anos. Mesmo os NCF mais específicos para determinados alimentos, desenvolvidos posteriormente, datam na sua maioria da primeira metade do século XX. Apesar da imprecisão conhecida, o NCF de 6,25 tem sido utilizado até agora em quase todas as áreas relevantes a nível mundial, por exemplo, na rotulagem de alimentos de acordo com o Regulamento relativo à informação alimentar, em bases de dados nutricionais nacionais e internacionais, em inquéritos sobre o consumo alimentar, bem como na elaboração de recomendações relativas à ingestão de proteínas. Isto pode conduzir a distorções sistemáticas na avaliação do teor real de proteínas.
Para permitir valores mais precisos, o Instituto Max Rubner, em colaboração com a Rede Europeia de Bases de Dados Nutricionais (EuroFIR), bem como com a Universidade Técnica de Munique e a Universidade de Bona, redefiniu cientificamente e reviu profundamente o cálculo do teor de proteínas nas bases de dados nutricionais. Neste contexto, o conceito de «proteína» foi também sistematicamente revisto e harmonizado. A nova base de dados para o NCF (Nitrogen Conversion Estimates Factors Database – NiCE Factors Database) representa uma alternativa mais diferenciada e cientificamente fundamentada aos fatores de conversão utilizados até agora para a determinação do teor de proteína nos alimentos. Foi recentemente publicada numa revista científica, estando, por isso, acessível ao público.
Observação: Este artigo foi traduzido usando um sistema de computador sem intervenção humana. A LUMITOS oferece essas traduções automáticas para apresentar uma gama mais ampla de notícias atuais. Como este artigo foi traduzido com tradução automática, é possível que contenha erros de vocabulário, sintaxe ou gramática. O artigo original em Alemão pode ser encontrado aqui.
Publicação original
Larissa E. Pferdmenges, Franz Schweiggert, Paolo C. Colombani, et al.; "Developing a comprehensive database of nitrogen-to-protein conversion factors: the NiCE factors database"; Food Chemistry, Volume 528
Larissa E. Pferdmenges, Paolo C. Colombani, Monica Hauger Carlsen, et al.; "Toward harmonizing protein data in food composition databases: evaluating perspectives, methods and implications"; Critical Reviews in Food Science and Nutrition, Volume 65, 2025-6-6