"O Governo deve envolver mais estreitamente as refinarias"

a en2x considera a Agenda 2045 para os Produtos Químicos como um importante sinal de partida

31.03.2026
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A en2x - Associação Empresarial de Combustíveis e Energia considera a Agenda Química 2045, apresentada hoje pelo governo alemão, como um importante sinal de partida da política industrial. Agora é uma questão de implementação prática - as refinarias devem ser mais estreitamente envolvidas no futuro.

"É positivo que a iniciativa do governo alemão reconheça a grande importância das refinarias para a Alemanha como local de negócios. Afinal, é aqui que são produzidos os produtos básicos sem os quais a indústria química não pode funcionar", afirma o Diretor-Geral da en2x, Prof. Christian Küchen. Cerca de 75 por cento das necessidades de carbono da indústria química são cobertas por refinarias a partir do petróleo bruto. A agenda para os produtos químicos prevê, por conseguinte, o reforço destas estruturas integradas de uma forma direcionada, a fim de tornar a produção resistente e preparada para o futuro. Para o efeito, deverá ser desenvolvida, em conjunto com a indústria e os sindicatos, uma estratégia futura para as refinarias. Para além disso, deverão ser criadas condições-quadro adequadas nos mercados de venda dos produtos das refinarias. Por exemplo, a Alemanha tenciona fazer campanha para a revisão da diretiva da UE relativa à tributação da energia, a fim de poder tributar os combustíveis e os produtos de aquecimento de acordo com o seu impacto no clima no futuro. Além disso, deverão ser criados instrumentos de redução de riscos para a expansão do mercado de tecnologias avançadas de capital intensivo e de produtos inovadores.

"Agora é importante pôr em prática estas conclusões e intenções. Para o efeito, a competitividade do local deve ser urgentemente reforçada a curto prazo, por exemplo, através de custos de energia mais baixos e de menos burocracia", afirma Küchen. Neste contexto, as intervenções no mercado atualmente planeadas pelo Governo alemão com o seu "pacote de medidas relativas aos combustíveis" são altamente contraproducentes. Tal como outros sectores industriais, a indústria dos hidrocarbonetos e as suas refinarias estão a sofrer com as actuais condições difíceis na Alemanha, que são desfavoráveis numa comparação internacional. Esta situação está a pôr em risco as cadeias de valor e os postos de trabalho. Küchen: "Em vez de confrontar o sector com acusações injustificadas de preços excessivos, os políticos deveriam atacar os problemas estruturais. Por isso, é ainda mais importante retomar rapidamente as conversações construtivas sobre o futuro".

O próximo passo seria o governo coordenar entre os departamentos todas as questões e regulamentos relacionados com a indústria de hidrocarbonetos estrategicamente indispensável. "O objetivo deve ser reforçar as refinarias como base para a indústria química, mas também como importantes fornecedores de energia, e incentivar a transformação no sentido da necessária neutralidade climática, em vez de a abrandar com excesso de regulamentação", afirmou Küchen.

Os resultados da agenda nacional para os produtos químicos foram apresentados pelo Ministério Federal da Economia e pelo Ministério Federal do Ambiente, juntamente com a Associação Alemã da Indústria Química (VCI) e o Sindicato das Indústrias Mineiras, Químicas e Energéticas (IGBCE).

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